D1- 15 Ago - Voos Lisboa->Madrid->S.Paulo->Assuncion->Santa Cruz->La Paz
Depois de uma directa sem dormir, às 6:55 apanhamos o primeiro voo dos cinco voos que nos levam à Bolívia. Foram 32 horas de viagem! Dormimos em todos os voos e em todos os aeroportos!
O voo para La Paz saiu atrasado, e foi num avião daqueles pequenos, mas as paisagens amazónicas fizeram esquecer tudo.


A cidade de La Paz também é surpreendente! É num vale rodeado de montanhas em que todo o espaço está edificado!
A comida não nos convence, e toda a cidade cheira a comida...
A pobreza visível é muito grande. Na cidade todos parecem viver do comercio de rua, deslocar-se em vans superlotadas e morar em casas tipo favela... Ahh, e os homens estão sempre a fazer xixi pelas paredes da cidade, sem vergonha, como se fosse uma atitude normal!
Mas tudo isto não tira a beleza a La Paz.
A altitude (~3800m) levou-se bem no nosso passeio a pé pela cidade, só se sente mais nas subidas!
D3- 17 Ago - around La Paz pela "estrada de la morte" até Coroico
Depois de quase 12 horas de sono, hoje decidimos ir até Coroico pela yungas road, mais conhecida como la estrada de la morte.
Antes passamos por um dos miradouros da cidade: a vista é estonteante porque a cidade fica num vale, mas todas as montanhas que a cercam estão lotadas de casas. As casas são todas iguais, todas de tijolo, como se tivessem inacabadas, mas são mesmo assim!
Visto o miradouro vamos para a praça de buses e vans para apanharmos 1 para Coroico. E lá vamos numa van, cheia de bolivianas com muitos sacos.
As bolivianas típicas são gordas e vestem-se com o traje colonial (que os espanhóis as obrigaram a vestir à 500 anos!!!): saias de folhos até aos pés, com 2 tranças compridas com bernicoques pendurados no fim, um chateu tipo chaplin no cimo da cabeça e um pano boliviano que carregam às costas, com carga ou com uma criança.
E lá vamos estrada acima pela montanha. Quando começamos a descer a paisagem passa a ser amazónica, com plantações de banana, café, coca e outros pelo meio da selva.
A estrada que um dia foi a mais mortifera do mundo hoje está quase toda alcatroada e segura. É cheia de curvas e contra curvas, subindo e desvendo pelas montanhas e é lindíssima.
Quase 3 horas depois estamos em Coroico, uma pequena cidade, toda enlameada e com muito turismo. Almoçamos num boteco de rua, damos uma pequena volta pela cidade e apanhamos novamente uma van de volta a La Paz.
Amanha há mais.
D4- 18 Ago - Copacabana e ilha do Sol
Bem cedinho deixamos a cidade da Paz, com destino a Copacabana, a maior cidade boliviana junto ao Lago Titicaca. A viagem de 4 horas tem vista para kms e kms de expansão da cidade de El alto, construção clandestina no meio do nada... de fundo as montanhas andinas e depois o grande lago Titicaca. Vamos em tour com o nosso guia David que nos explica tudo sobre a cultura inca do lago.
The main atraction of Copacabana é a igreja que é enorme e lindissima, cheia de ouro prata em traça barroca inside.
Almoçamos uma truta grelhada e lá vamos nós lago adentro para a ilha do Sol com os nossos companheiros de viagem Kathia, boliviana de Cochabamba a viver nos estates; e Jacób, holandês de Groningen. Foram uma optima companhia.
A ilha do Sol era a ilha dos homens na época inca e a ilha da Lua (que se avista da ilha do Sol) era a ilha das mulheres. Ha alguns vestigios de templos de reflexão incas na ilha. Aprendemos as 3 regras basicas incas: não roubar, não mentir e não ser preguiçoso! Gosto!
Depois de uma pequena caminhada chegamos ao hotel que tem uma vista brutal sobre o lago. Vamos ver o por do sol no miradouro e jantamos no hotel, porque quando o sol se poe, fica um frio congelante.
D5- 19 Ago - Ilha do Sol, Copacabana e Puno (Peru)
Levanto-me às 6:45 só para ir ver o nascer do Sol, na sua ilha. A paz da ilha permite ouvir as ondas do lago e os animais a acordar. A ilha tem realmente uma magia, talvez inca.
Levanto-me às 6:45 só para ir ver o nascer do Sol, na sua ilha. A paz da ilha permite ouvir as ondas do lago e os animais a acordar. A ilha tem realmente uma magia, talvez inca.
Descemos a ilha pelo meio da principal povoação e apanhamos novamente o barco para Copacabana. Almoço, despedida do nosso guia e dos nossos companheiros de viagem e lá vamos nós rumo ao Peru. Bye bye Bolívia, adoramos estes 4 dias.
Entramos no Peru e chegamos a Puno. Não há grandes diferenças entre os dois países... Vêem-se bicicletas e mais motas, o trânsito ainda mais caótico e a moeda (pesos peruanos) bem mais forte.
Vamos até ao hotel que é na bonita praça central e damos a volta pela catedral, museu da cidade e rua do comércio. Só há restaurantes italianos (sabe-se lá pq), todos com forno a lenha, entramos num para jantar, e mnhammm, as pizzas são simplesmente divinais.
A noite já não correu tão bem... Parece q o sol q apanhei na esplanada do almoço em Copacabana e o bus super quente causaram uma insolação em altitude! Não vale a pena descrever os sintomas...
A noite anterior não correu bem, mas mesmo assim insisti em ir à tour às ilhas de Uros e Taquille. Wrong choice!
Anyway, as 87 ilhas flutuantes de Uros, situadas na baía de Puno, artificiais, são expetaculares. Basicamente são construídas sobre plantações de canas cuja raiz é flutuantes devido ao oxigénio q produz. E tudo nas ilhas é feito de canas. Cada família tem a sua ilha de palha e vivem exclusivamente do turismo. É impressionante!
Depois seguimos para a ilha de Taquille, mesmo no centro do lago, são 3 horas de barco, q sinceramente valeram pouco a pena, porque apesar da ilha ser lindíssima, depois de passar pela ilha do Sol e por Urus, tem pouco de novo. O q a distingue são os habitantes que têm uma cultura, língua (quechua) e trages (parecem nazarenos) completamente diferentes de todo os outros incas colonizados.
Voltamos a Puno, estou de cama, sem comer o dia todo... O meu amor vai comer agora uma das pizzas deliciosas de Puno aqui no quarto, inveja...
D7- 21 Ago - de Puno a Chivay
Às 6:30 já estávamos a despedir-nos de Puno, numa van espaçosa, só para nós. Puno está a uma altitude de 3850m. A nossa viagem foi sempre a subir até aos 4910m. A paisagem é expetacular: cordilheiras de montanhas, vulcões, ribeiros, lagos, pequenas povoações agricolas, lamas e alpacas a pastar, patos, gasos e flamingos... E depois decemos aos 3600m até Chivay.
Almoçamos, apanhamos um pouco de sol na varanda do hotel e vamos às caleras, que são piscinas de água termal bem quente. Depois fazemos uma caminhada ao miradouro seguida do centro da cidade, que é bem animado.
Grande dia!
D8- 22 Ago - Canyon del colca e Arequipa
Hoje vamos ver condores ao Canyon del Colca. Este Canyon tem 3000m de profundidade, o q o torna maior do que o Grand Canyon.
O caminho é de terra e atribulado, mas vamos com vista para os socalcos incas (las terraças incas)... toda a montanha é desenhada em socalcos.
Os condores no canyon surpreenderam: aves com 3 metros de comprimento a fazer razias aos miradouros. Eram pelo menos 10 e brincaram canyon abaixo, céu acima. Muito bom!
Almoçamos novamente em Chivay e partimos para Arequipa.
Arequipa, Arequipa! É enorme (a 2a maior do país), está na base de 3 vulcões majestosos e está rodeada de construção tipo favela, com ruas não pavimentadas e cheias de lixo (como temos visto por toda a Bolívia e Peru). Mas o centro histórico parece outro mundo, parece que passamos um túnel e entramos em Espanha! Já não há comercio de rua, já não há mulheres vestidas de coloniais, há igrejas em todas as esquinas, edifícios tipo coloniais lindos, muito bem conservados, com pátios internos... E muita vida! Todo o comércio, igrejas, museus, etc, abertos noite a dentro, muita gente na rua e o mais engraçado foi uma das artérias da praça central estar fechada para uma dança comunitária. Uma coreografia ao som de uma música de banda filarmónica e centenas de pessoas a dançar... crianças, adolescentes, idosos, famílias, toda a gente, muitos ainda com a farda do trabalho. Espectacular!
D9- 23 Ago - Cusco
Apanhámos voo de Arequipa para Cusco.
Sim, Cusco é ainda mais bonita do que a expectativa! A praça central é linda 360º. Não conseguimos parar de tirar fotos em todas as ruelas, Igrejas, praças, mercados... E sempre tanta gente em todo o lado!
Cusco é definitivamente uma cidade única no mundo.
D10 - 24 Ago - Vale Sagrado Inca
Hoje vamos ver as cidades incas de Pisac, Ollantaytambo e Chinchero. Ficam todas no vale sagrado, rodeado de montanhas e serpenteado pelo rio afluente do Amazonas.
As ruínas incas demonstram a imponência do seu povo. Eram avançados engenheiros, geólogos, arquitetos, até médicos. Tinham também escolas e hospitais. Ancoravam-se no conhecimento, trabalho e amor. Pronto, isto são as coisas que o guia nos vai dizendo...
Visitámos também o gigante mercado de Pisac.
De volta a Cusco, temos de ir buscar a nossa roupa lavada à lavandaria, ter briefing com empresa de trekking e arrumar a mala para os 5 dias de caminhada! Vamos acordar a uma hora pornográfica: 5:15.
A meio do briefing somos surpreendidos por um sismo! De repente o sofá começa a abanar, a abanar mais e ainda mais... pára. Todos ficam com cara de pânico. Nos calmos perguntamos: "isto aqui é frequente né?", resposta "foi o primeiro do ano"!
Well, estamos preparados para 5 dias de trekking!
Mães e pais, vamos ficar uma semana sem dar notícias, mas estaremos bem e felizes.
D11-D14 - 25 a 28 Ago - Trekking Cusco to Machu Pichu pela route Salkantay
O meu sistema gastro ainda não está estabilizado e aproximam-se 5 dias de caminhada em altitude... Vão ser 64 kms a subir e a descer! Em regime de acampamento! Medo!
Conhecemos o nosso guia Jimmy e os nossos companheiros de viagem Luana e a sua mãe que são suíças e a Kaisa e o Niklas que são finlandeses. Como sempre tivemos muita sorte, são todos 5*.
No primeiro dia são apenas 12 kms em subida ligeira, sempre junto a um canal de água (como as levadas na ilha da Madeira) que fazemos facilmente na manhã. Almoçamos no local de acampamento. À tarde ha a opção de ir visitar uma lagoa azul numa caminhada bem íngreme de aclimatização à altitude. O guia arranca num ritmo quase de corrida a subir uma montanha íngreme, ia vomitando o almoço, mas chegámos à lagoa. Estava a testar-nos! Mas um teste bem desapropriado, pq a aclimatização deve ser feita a um ritmo lento...
Água morna num alguidarzinho para nos lavarmos e jantar. Esta noite é a mais dura porque estamos a 3.850m alt e a temperatura chega aos -10oc. O céu tem tantas estrelas e a via láctea tem tanta luz que é a única coisa que se vê no vale rodeado de montanhas.
Segundo dia. Acordar às 5:30, meia hora para ter tudo preparado para arrancar, mais meia hora para peq almoço. Será todos os dias assim, e é uma correria doida a uma hora imprópria...
Hoje vão ser 22km em 10horas, hoje é o dia D de duro! As primeiras 4 horas são a subir 800m em atitude até ao Salkantay pass nos 4.650m. A subida fez-se bem, com a ajuda de uma folhas de coca enfiadas na bochecha :) sempre a vislumbrar a linda montanha Salkantay.
Depois são 6 horas a descer até aos 2.850m, num path só de pequenas rolling stones. A descida é insuportável, os gémeos estão constantemente a travar e tem de se olhar para o chão 100% do tempo... O que é chato porque as paisagens em redor são lindas! Deixámos a paisagem de deserto lunar poeirento e entramos na floresta cheia de vegetação tipo amazónica.
Cumprimos as 10 horas de caminhada! Estamos exaustos! No local de acampamento ha a opção de tomar banho de água quente pago - sim por favor! A espera na fila do banho é demorada e os mosquitos aproveitam para devorar os pés do Rui!
Terceiro dia de trekking e mais um dia a despertar às 5:30! Hoje "só" vamos caminhar 15km em 6 horas na parte da manhã. O caminho é plano e é lindissimo, em floresta, sempre junto ao rio, no meio de montanhas, cheias de cascatas. Chegamos à aldeia de almoço e o guia diz-nos que estão a haver bloqueios de estradas (uma forma de protesto muito frequente na América do Sul) pelo que almoçamos em 5 minutos a tempo de apanhar a única van existente na aldeia para nos levar ao próximo local de acampamento! 22 pessoas dentro e em cima de uma van com capacidade para 14, mais o material todo (cozinha, tendas...) por uma estrada de areia daquelas que passam por desfiladeiros e com deslizamento de terras! Mais uma aventura! Sobrevivemos!
À tarde vamos para as hot springs, relaxar.
Último dia de treking! De manhã temos a opção de saltar parte da caminhada e ir fazer Slide entre as montanhas. O preço é acessível. Não é uma atividade que atraía o Rui. Eu estou em pulgas por a fazer. Lá vou eu para o slide: são 6 cordas que atravessam um grande vale. É brutal voar entre as montanhas... sentados, deitados, de cabeça para baixo e à australiana!
À tarde caminhamos apenas 3 horas, sem parar e a um ritmo bem acelerado. O caminho é pela montanha atrás de Machu Picchu e é pela linha de comboio que vai até Aguas Calientes, a cidade mais próxima de Machu Picchu. E lá que vamos dormir, em hotel, acabaram-se as tendas!
Amanhã vamos finalmente a Machu Picchu :)
D15- 29 Ago - Machu Picchu
Despertador toca à hora pornográfica de 3:30! A sério! Temos de estar na fila para o bus às 4:30, apesar do bus só arrancar às 5:30 para evitar uma fila que atravessa toda a cidade e para sermos dos primeiros a chegar ao Santuário Machu Picchu, que abre as 6:00.
Despertador toca à hora pornográfica de 3:30! A sério! Temos de estar na fila para o bus às 4:30, apesar do bus só arrancar às 5:30 para evitar uma fila que atravessa toda a cidade e para sermos dos primeiros a chegar ao Santuário Machu Picchu, que abre as 6:00.
É realmente espetacular. O Jimmy fica connosco 2 horinhas para nos explicar a história da cidade perdida, como é que os incas viviam em Machu Picchu, a arquitetura do local... É impressionante como uma cidade que está sobre uma falha tectónia se mantém em pé ha pelo menos 600 anos. Os Peruanos têm um ódio especial pelos espanhóis, não só por terem invadido a América do Sul e terem chacinado o povo inca, mas especialmente por terem destruído as cidades incas. Os espanhóis nunca descobriram Machu Picchu porque os incas a abandonaram e destruiram todos os acessos para preservar a sua cidade sagrada.
Temos 9 horas para visitar a cidade, parece muito, mas com calma é esse o tempo necessário para visitar a inka bridge num dos acessos à cidade, a sun gate noutro acesso à cidade e a própria cidade e as suas atrações.
Acho que batemos o recorde de # de fotos tiradas num só dia! É irresistível carregar no botão perante esta cidade no cimo da montanha.
Decidimos voltar a pé pelo famoso caminho zig zag em degraus. Uma hora e meia a descer. Estamos exaustos, mas foi o último trekk q fazemos nestas férias!
Jantamos, apanhamos comboio seguido de bus, e regressamos a Cusco para um bom descanso.
D16- 30 Ago - Lima
Apanhamos voo para Lima e vamos diretamente para a zona de Miraflores, onde se localiza o nosso hostel.
Apanhamos voo para Lima e vamos diretamente para a zona de Miraflores, onde se localiza o nosso hostel.
Miraflores é quase por si só uma cidade, junto à praia, com construção recente e com estilo de vida tipo europeu (e isso nota-se bem nos preços). Muito trânsito, muito comércio, muitas pessoas na rua.
Como só temos a tarde para Lima, decidimos não ir visitar o centro histórico e ficar apenas pelo bairro fino de Miraflores.
Chegamos à conclusão de que é um local do mundo onde seriámos capazes de viver!
A mini cidade de Miraflores fica na linha da costa e tem um grande paredão com vista para a praia. Passeámos toda a tarde pelas ruas de comércio e pelo paredão. À noite fomos comer o prato mais típico do Peru: o Ceviche de peixe e marisco ("cozido" apenas no acido do limão), muito bom!
D17- 31 Ago - Voos Lima->Buenos Aires->Rio de Janeiro
D18- 1 Set - Rio de Janeiro
Passamos todo o dia em viagem pelo céu da América do Sul. Atravessámos o deserto do Atacama, a cordilheira dos Andes... Até chegar ao Rio, pegar carro alugado e ir até ao hotel na barra da Tijuca!
É isso aí! Falou!
D18- 1 Set - Rio de Janeiro
Hoje entramos de férias das férias, e então desforrámo-nos e levamtámo-nos às 10:00!
Estamos no Ibis da Barra da Tijuca, que é na zona oeste, e é uma zona residencial bem calma. O hotel está a primeira linha da praia e o nosso quarto no 12o andar tem uma vista brutal para a praia, mar, paredão, ilhéus... E estamos a 15 minutos de carro de Leblon/Ipanema.
E lá vamos nós no nosso Volkswagen Gol para a nossa voltinha do dia. Fomos a: praia da barra da Tijuca, praia de são Conrado, mirante de Leblon, praia de Leblon, praia de Ipanema, lagoa de Rodrigo de Freitas, almoço na garota de Ipanema, Corcovado-Cristo Redentor, mirante de D.Marta, praia de Copacabana e jantar em Copacabana.
Grande dia, de carro faz-se muita coisa num dia! E o tempo está óptimo, basicamente igual ao de Portugal! Amanhã há mais!
D19- 2 Set - Rio de Janeiro como um carioca
Passamos o dia no Rio como um carioca bem dondoca! Vestimos um short e vamos correr para o paredão de Copacabana e Ipanema. Depois vamos dar um mergulho e tomar uma praínha (a água está a uma temperatura ótima). Dá a fome e vamos ao bar da praia petiscar e beber uma água de coco... E saber que há gente que vive assim todos os dias! O Rio é o paraíso dos reformados!
À tarde vamos visitar o estádio do Maracanã e vamos ao oficial Centro da cidade. Está um trânsito brutal! Nesta cidade só de mota ou de metro!
O Centro da cidade é o centro histórico, cheio de edifícios "coloniais" lindissimos, igrejas, teatros, museus... Mas rodeados de arranha céus do centro económico da cidade. Pelo meio tudo é mercado de rua, com vendedores de contrabando (de tudo!) e com lanchonetes com salgadinhos e sucos divinais. É hora de saída do trabalho, milhares de pessoas a entrar no metro e nas filas de bus... É outra cidade.
Voltamos a Ipanema para jantar. A comida no Rio é divinal! Passamos no Leblon e despedimo-nos do Rio, amanhã vamos para Angra dos Reis.
D20- 3 Set - Costa Verde e Angra dos Reis
Dia de viagem. Saímos do Rio pela estrada junto à praia da barra da Tijuca que se estende por kms de grande areal, com grandes ondas, frequentadas por surfistas. A paisagem é paradisíaca!
O GPS da OI funciona bem, mas mesmo assim, entre estradas fechadas ou sem saída, perdemo-nos umas poucas de vezes.
Paramos para almoçar em Mangaratiba, uma pequena vila piscatória.
Depois seguimos até ao hotel que é antes de Angra e tem uma pequena praia privada. Bebemos a caipirinha wellcome drink ao som das ondas do mar e vamos conhecer Angra dos Reis.
Angra é ponto de partida para os cruzeiros às ilhas, tem uma grande marina. Tem tambem muitos edifício tipo "colonial". Tudo o resto é comércio, muito comércio! As lojas estão a começar a fechar, mas amanhã não escapam!
D21- 4 Set - Costa Azul e Paraty
Tempo da treta! Hoje está a chover!
De manhã fomos dar uma volta pelo comércio de Angra, que só tem foleirices e ainda por cima são caras.
Seguimos para Paraty, que fica a uma hora e meia de viagem, sempre com vista para as praias e ilhas da costa azul (paragem na aldeia de Tariruba para visitar a praia).
Chegados a Paraty, desde o primeiro minuto até à noite não parou de chover. As ruas estão alagadas (tal como tinhas dito, Claúdia) e mal dá para passear. Tudo é bonito e pitoresco: ruas com calçada tipo portuguesa, mas com pedras gigantes e irregulares quer na estrada, quer no passeio; os edifícios são térreos, caiados de branco, com portas e janelas coloridas; igrejas como as nossas, também caidas de branco; muito artesanato bonito e original (e caro)... e nós no hotel à espera que pare de chover!!!
Com o impermeável vestido, vamos procurar restaurante para jantar. Comemos uma moqueca de peixe (como quem diz, uma caldeirada de peixe com leite de coco) acompanhada de arroz e pirão! Divinal!
Tivemos de dar a volta à vila toda para digerir o jantar!
D22- 5 Set - Paraty, praia da Trindade e Maresias
Despertador toca e lá fora ouve-se a chuva forte! Nada como esperar meia horinha na cama... já não caiu nem mais um pingo no resto do dia!
O dia está solarengo, mas está longe de estar um dia de verão para ir fazer o cruzeiro de escuna, às ilhas e praias paradisiacas só acessiveis de barco, tal como tinhamos planeado inicialmente! Vamos assim visitar as atrações de Paraty e fazer umas compritas!
Depois despedimo-nos de Paraty e vamos visitar uma das praias paradisíacas acessiveis de carro, a praia da Trindade. É bonita. Almoçamos pela vila e pomo-nos à estrada, pois temos pela frente 4 horas de viagem até Maresias.
Mais uma vez o caminho é lindissimo, sempre junto à linha do mar, com vista para as ilhas, praias, serra...
Chegamos a Maresias já de noite. Vamos fazer o nosso último jantar das férias :(
Está uma tempestade de vento doída! Vamos ver onde acordamos na última noite no Brasil...
D23-24 - 6 e 7 Set - Praia de Maresias, Praia de Cambury, São Paulo->Madrid->Lisboa
O vento que se ouviu toda a noite amainou e até está um lindo dia de sol. Saímos do hotel, descemos a rua e estamos na praia da Maresias, que é lindíssima. É praia de surfistas, mas hoje o mar está flat.
Está um excelente dia de praia! Apanhamos um solzinho e arrancamos para a praia do lado, também de surfistas e também muito bonita, Cambury. Fazemos mais uma horinha de praia, almoçamos e arrancamos para 3 horas de viagem até ao aeroporto de São Paulo.
O OI GPS tramou-nos e chegámos bem atrasados ao aeroporto... o q vale é q tínhamos folga de tempo...
Correu tudo bem, como sempre :)
THE END!



